Truque de Mestre: O 2º Ato (2016)

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Sinopse: Um ano após despistar o FBI e ganhar a adulação do público com seus números de mágica ao estilo Robin Hood, os Quatro Cavaleiros (Jesse Eisenberg, Woody Harrelson, Dave Franco e Lizzy Caplan) ressurgem em um espetáculo que pretende expor as práticas sem ética de um magnata da tecnologia, mas ao final do número, são desmascarados e raptados por um inimigo desconhecido. O homem por trás do ato de desaparecimento dos ilusionistas é nada menos que Walter Mabry (Daniel Radcliffe), um prodígio que ameaça os mágicos e os obriga a fazer um roubo dos mais espetaculares e impossíveis. A única esperança é conseguir produzir um golpe sem precedentes para limpar seus nomes e revelar o real mandante por trás de tudo.


Ainda esse ano, estreou umas das continuações que eu aguardava bem ansiosa. Demorei a ver apesar da vontade enorme e preciso dizer que se tornou uma daquelas situações onde continuações são bem inferiores ao primeiro filme. Uma pena.

Truque de Mestre O 2º Ato é a sequência do filme lançado em 2013 com Jesse Eisenberg, Woody Harrelson, Dave Franco, Mark Ruffalo e Morgan Freeman. O segundo filme perde a atriz Isla Fisher e temos uma personagem um tanto mais empolgada, interpretada por Lizzy Caplan.




O roteiro segue mais ou menos um ano após os acontecimentos do primeiro filme e os Cavaleiros continuam seguindo informações de Dylan, que mantém aquela dupla vida trabalhando com o FBI e dando aquela dificultada em tudo. Enquanto isso, todos eles vão seguindo e esperando informações do "Olho"




Assim como no primeiro filme, sabemos que teremos um grande espetáculo, algo envolvendo alguma pessoa poderosa. Porém, as coisas não saem como eles querem e os Cavaleiros acabam ficando na mão de um jovem milionário, Walter (Daniel Radcliffe), que forjou a própria morte e agora precisa do trabalho do grupo para roubar um cartão que pode acessar qualquer computador. Em qualquer lugar.





Acho que a melhor parte do filme todo fica com a longa cena em que tentam roubar o cartão, usando apenas uma carta de baralho. As jogadas de câmera são ótimas, eles fazem todo o absurdo parecer incrível, com mãos ágeis e usando das pessoas que os cercam. Ponto para o diretor Jon M. Chu, nesse momento.
Tirando isso, o roteiro tenta nos dar alguns dramas pessoais para deixar o filme um pouco mais profundo e não se resumir só em bons efeitos especiais. Temos passados sendo jogados na mesa, uma quase morte por vingança e todo tipo de coisa que nos faz ficar um pouco sentimentais. Mas não o suficiente pois o público quer mágica e grandes momentos.




Claro que é o tipo de filme em que o "grande momento", assim como qualquer bom espetáculo, fica para o fim. Mas não surpreende de todo, apesar de ter sido uma ideia boa. Quando tudo acontece, quando tudo é explicado como um grande momento Mister M, eu fiquei com uma sensação de vazio de uma expectativa não alcançada. Não se enganem, o filme é bom, dá para gastar o tempo e se entreter. Ele faz o que diz que faria. Porém, não te deixa de boca aberta como o primeiro filme fez e eu lamento por isso.




O filme tem bons efeitos, (e uma fotografia que ajuda muito, ficando nas mãos de Peter Deming), mesmo que muitos façam tirar aquele ar de mágica pura mesmo, onde paramos para pensar se algo assim seria possível. E parece interessante no começo, até cansar ao longo do filme.
A personalidade dos personagens acaba sendo um ponto positivo e negativo, ainda mais quando eles acabam discutindo demais entre si por motivos não tão fortes. Alguns personagens novos também me incomodaram um pouco, mas parecia fazer sentido para toda a conclusão que queriam apresentar.




É um filme que dá para assistir, mas não se deve esperar muito. De toda forma, um terceiro filme virá e admito ter aquela esperança de ser uma continuação melhor do que essa, com algo que nos prenda e interesse um pouco mais =D

Para ver o trailer do filme, clicar AQUI

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