Deadfall: A Caçada – Anna Carey (Série Blackbird #2)

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Sinopse: Há uma semana, a garota acordou sobre os trilhos de Los Angeles sem se lembrar quem ela é, e descobriu que faz parte de um jogo. Mas a única coisa de que tem certeza é que estão tentando matá-la. Depois de ter sido traída por seu único amigo, ela foge para Nova York com um garoto que diz conhecê-la. Mas será que pode confiar nele? O que adianta encontrar os outros? Quem são essas pessoas? À medida que a perseguição esquenta, ela vai aos poucos recuperando a memória. Porém, seu passado não pode salvá-la, e um só movimento errado pode acabar com este jogo.

Você pode ouvir ao som de: Survivors

Ok, vamos lá. Já falamos do primeiro livro AQUI. E preciso admitir que queria muito ler a sequência o quanto antes devido ao final do primeiro livro e por ser apenas uma duologia.

Esse segundo livro continua com o mesmo ritmo do primeiro. A escritora mantem a ideia de pequenos saltos na história, não fazendo a trama ser lenta e enrolada, indo direto aos pontos importantes e nos jogando em situações intensas a todo instante. Sua narração continua em segunda pessoa e ainda tive que ter aquele tempo para me acostumar com isso. Mas a ideia de se sentir dentro do livro acontece de jeito fácil, novamente.

“Até onde você sabe, o jogo só termina quando você morre.”

Sabemos que nem sempre as sequências são boas, e alguns outros livros da série garantem que a mesma se recupere. Com essa série, não teríamos essa chance e um certo receio me dominou. Porém, foi fácil notar que a escritora conseguiu seguir ritmo de questionamentos, fugas e explicações muito bem encaixados o tempo todo.
Nessa nova história somos apresentados a novos alvos, jovens que também estão tentando sobreviver nessa caçada que aumenta de proporção em Nova York. E temos a volta de Ben, com algumas explicações a serem feitas.
A saga inteira continua com Sunny e a descoberta do seu real nome, tentando dar um fim em toda a perseguição que envolve muito mais pessoas do que ela esperava.
As mudanças na trama são ótimas e eu me vi tensa e precoupada em muitos momentos. É um livro de ação, então as vezes algumas coisas podem se tornar previsíveis se você for parar para pensar, mas não é isso o que sentimentos enquanto vamos lendo todas as páginas. E vale citar que se torna uma leitura bem rápida, pois é bem difícil conseguir deixar o livro de lado.

“Não somos como eles. Não somos assassinos.”

Se tem romance? Podemos dizer que esse livro abre um rápido e pequeno espaço para que isso aconteça, o que não incomoda em nada porque temos que lembrar que os alvos não são nada além de humanos.
Quanto ao final, eu ia notando que as páginas iam acabando e não fazia ideia de como a autora finalizaria tudo. E preciso dizer que Anna Carey conseguiu fazer isso de maneira satisfatória, pelo menos para mim. Ainda rolou aquela dor no coração, claro.

“- É um jogo, Pássaro Negro. E eu prefiro morrer a perder.”

Acho que é uma duologia que vale a pena ser conferida, sim. Sem demoras, com uma pitada boa de ação, com um enredo bem dosado e sem enrolação. O que me faz reforçar que não é aquela história cheia de detalhes, ok? Uma coisa rápida e que combina totalmente bem com toda a pressa em que os alvos tem de fugir e tentar sobreviver.

Vale lembrar que a Lionsgate já tem os direitos da história, o que pode nos deixar esperando uma excelente adaptação cinematográfica.
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