Magnus Chase e os deuses de Asgard: A Espada do Verão - Rick Rordan

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Escolhido por engano, não era sua hora,Um herói que em Valhala, não pode permanecer agora.Em nove dias o Sol irá para o leste,Antes que a Espada do Verão a fera liberte.


Nova profecia, novos personagens, nova mitologia, novos deuses. O nosso velho Rick Riordan está de volta!

"Magnus Chase e os deuses de Asgard - A Espada do Verão" é o primeiro volume da nova série do autor, dessa vez tendo como base a mitologia Nórdica. E falando de "bases" elas são as mesmas que o Rick (para poucos) têm usado em suas séries anteriores, temos de volta os semideuses - que ele havia retirado em 'As Crônicas dos Kane' -, um iminente fim do mundo, um protagonista adolescente que acreditava ter uma vida normal e então descobre que #sóquenão e muitas, mas muitas referências mitológicas.

Referências essas que foram para mim o grande diferencial do livro, não pela questão da mitologia, que já é marca registrada do autor mas sim pelo tema da mesma, antes vimos mitologia greco/romana e egípcia que são temas muito explorados por várias plataformas então já iniciamos os livros tendo uma base formada e algum conhecimento do assunto, porém com os mitos nórdicos a questão foi um pouco mais embaixo, tinha um conhecimento bem raso do universo e (admito) fortemente influenciado pela Marvel (THOOOOOR), que criou num primeiro momento um estranhamento; mas estamos falando de tio Rick e logo logo já começamos a usar termos como Einherjar - pronuncia-se: in-RER-iar -, Ragnarök e Yggdrasil com a maior facilidade.

Mas falemos do que é importante: O enredo do livro!
A história vai seguir Magnus Chase, um adolescente de dezesseis anos que há dois mora nas ruas de Boston depois de perder sua mãe em um acidente um tanto peculiar; as coisas mudam quando seu tio Randolph, que nunca foi próximo e aparentemente não se importava com ele até então, passa a iniciar uma busca por ele junto com seu outro tio e sua prima Annabeth (aqui abro um parêntese para falar duas coisas: 1- Sim, é A Annabeth. 2- Essa é a única ligação que temos com as sagas anteriores), quando finalmente se depara com Randolph, Magnus ouve então que as histórias sobre os contos nórdicos que sua mãe lia para ele quando pequeno são verdadeiras, os deuses existem, o pai dele é um, e agora ele precisa encontrar uma arma desaparecida há mais de dois mil anos para que consiga adiar o Ragnarök, o Juízo Final (soou familiar? Eu avisei!). Ainda sem entender, ou até acreditar, muito nessa história Magnus entra em uma luta com um gigante do fogo que faz ele ter que decidir entre sua vida ou a de pessoas inocentes, decisão que faz ele descobrir que "as vezes é necessário morrer para começar uma nova vida".

Rick Riordan traz neste livro tudo que o consagrou até então, uma história bem escrita, cheia de referências, que mescla o clássico da mitologia com o contemporâneo do nosso cotidiano e o humor e irreverência característicos que nos conquistaram lá com Percy Jackson. É uma série que como eu disse tem uma ligação mínima com as anteriores então se você não conhece o autor ainda (Shame *sino*) é uma oportunidade mais do que propícia. Garanto que será dos deuses!
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