A Rainha Vermelha – Victoria Aveyard

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Sinopse: O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.
Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?
Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe – e Mare contra seu próprio coração.
O livro, que já chega às lojas com o aviso de que terá uma adaptação cinematográfica e foi lançado pela editora Seguinte, tem uma leitura totalmente instigante para o primeiro livro de uma trilogia. Com seus direitos comprados pela Universal Pictures e com o mesmo produtor de Divergente, Pouya Shahbazian, o livro deixa os fatos acontecerem de maneira fluida, sem a usual demora de revelações de fatos importantes. O mesmo é repleto de momentos de ação que vão aumentando a cada página lida. As descrições acabam sendo um tanto simples e , por vezes, me peguei confusa sobre a aparência de alguns personagens e suas respectivas idades mas isso não prejudica a leitura de maneira alguma.
“O mundo é prateado, mas também cinza. Não existem o preto e o branco.
Assim como muitas distopias, a personagem principal se vê no meio de algo que ela não escolheu passar apesar de tentar ajudar todos ao seu redor. Sua vida fica totalmente controlada por pessoas que não tem qualquer preocupação com ela e Mare não tem outra alternativa a não ser viver conforme mandam.
O livro nos faz amar e odiar a personagem principal , assim como todos os outros que a rodeiam. Romance existe em uma dose bem pequena e é, de longe, um fator importante em troda a trama. A disputa política acaba ficando maior conforme o livro vai evoluindo e vamos entendendo a força que Mare consegue juntar ao longo do tempo, especialmente com um final que quebra todas nossas espectativas sobre um final feliz.
“É cruel dar esperanças quando não há nenhuma. Geraria apenas frustração, ressentimento e raiva: tudo o que torna a vida ainda mais difícil do que já é.”
Um livro incrível que só fará ser muito difícil aguardar o lançamento da sequência, que tem data prevista para 2016. Com mistura de distopia e mudanças em seus clichês, uma pitada de literatura fantástica com disputas em uma arena, opressão gerada por um governo que se acha melhor que seus semelhante, o livro não deixa a desejar e alcança as expectativas que foram geradas meses antes do seu lançamento.
“A verdade não importa. Só importa aquilo em que as pessoas acreditam.”

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2 comentários:

  1. "É melhor esconder esse seu coração, Lady Tiranos"
    Muito bom esse livro, e tem uma revelação de partir o coração, expectativa alta para o próximo *_*

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    1. E a expectativa para o filme que nada sabemos ? Espero que seja tão incrível quanto o livro *_* Agora, aguardar esse ano para podermos continuar amando a história.

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